CADEC comemora 16° Congresso de Mocidade e Adolescentes

setembro 29, 2016 0 Comentário »

Festividade contou com poderosas ministrações da Palavra de Deus pelos pregadores Otoni de Paula Júnior, Clésio Araújo, Eduardo Gonçalves, Willian Barros e Bruno Fernandes

Por Wilder Almeida

A Catedral das Assembleias de Deus em Cosmos (CADEC) realizou entre os dias 7 e 11 de setembro o 16º Congresso da União de Mocidade (UMADC) e Adolescentes (UAADC). O tema “Eu Sou Adorador” foi baseado em João 4.23, que diz: “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem”. “Em razão de tudo o que o mundo os oferece, aqui estão os jovens louvando e adorando ao Senhor. É um grande milagre!”, afirmou o pastor presidente Eleazar Torres.

O evento contou com a presença dos cantores Julho Cesar, Riverson Viana, Tamara Pyller, Grupo Nova Geração e Ministério Profético Soul, além de cantores das congregações do campo. Durantes os dias que seguiram a comemoração foram encenadas peças teatrais e alguns musicais sempre em consonância com a orquestra. Na peça foi demonstrada a importância da adoração para saber compreender e lidar, da melhor forma, com as adversidades encaradas nos dias de hoje por jovens e adolescentes. “Nossa ideia ao trazer este tema foi enfatizar o que seria um verdadeiro adorador. Queríamos trazer a tona uma reflexão sobre o que é adorar? Qual o valor da adoração? Somos adoradores em todo tempo quando estamos bem e quando estamos mal”, explicou o coordenador da mocidade, evangelista Wilson André.

Quem abriu a série de pregações da Palavra de Deus no congresso foi o pastor Otoni de Paula Júnior, presidente da Assembleia de Deus Missão Vida em Colégio. Ele falou sobre as práticas de adoração de Jó a Deus. “Esta nova geração precisa resgatar velhos valores que sempre moveram a igreja e o cristianismo; leitura da Palavra de Deus, vida de oração, vida de jejum, e por quê? Na leitura da Palavra eu adquiro conhecimento, em uma vida de oração eu adquiro comunhão e em uma vida de prática de jejum eu adquiro intimidade com Deus. Então quando eu faço essas práticas me torno forte e capaz de vencer qualquer adversidade”, esclareceu o pastor.

No segundo dia de festa a pregação foi dirigida pelo pastor Clésio Araújo, da Igreja Assembleia de Deus em Belford Roxo, que buscou esclarecer alguns conceitos da moral cristã “Tenho uma preocupação com nossos jovens dentro da realidade do arrebatamento da igreja. E para tornar este assunto, que a meu ver é muito técnico, mais claro, prefiro o texto de Mateus 25, que nos dá lições muito práticas. A primeira lição é a prudência; capacidade de identificar o que pode nos fazer mal, o poder de avaliação sobre aquilo que pode nos retirar a santidade. A segunda lição é a necessidade de buscarmos sempre a Deus, orarmos mais, lermos mais a Bíblia. A terceira lição é a capacidade de enxergar e avaliar as oportunidades que Deus nos dá, pois mesmo sabendo que não somos obrigados devemos aproveitar os momentos de comunhão já que a igreja não vai durar para sempre. Tudo isso é para hoje e agora, então procurei conscientizá-los da importância de se fazer presente e se envolver”, justificou o pastor Clésio Araújo.

No terceiro dia da festa, a Palavra ficou a cargo do pastor Eduardo Gonçalves, da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo da Penha. Ele pregou sobre a vida do apóstolo Pedro. “Entendo que Pedro tinha uma chamada poderosa, mas cometeu algumas falhas ao longo do seu ministério, dentre as quais vale ressaltar a supervalorização de suas capacidades ao contradizer Jesus na passagem da negação, dizendo-o que não negaria. Os eventos seguintes nos levam até seu choro e, posteriormente, ao arrependimento eficaz quando deixa o julgamento. Então Jesus, no livro de João 21, o recuperou trazendo-lhe novamente para luz”, esclareceu o pastor Eduardo Gonçalves.

Foi o pastor Willian Barros, da Igreja Assembleia de Deus em Marechal Hermes, que pregou no penúltimo dia da comemoração. “No episódio de Gênesis 4, na oferta de Caim e Abel, fica claro os princípios que irão reger a adoração; Deus trabalha a partir de alguns desses princípios. Podemos constatar primeiramente, que antes de olhar para a oferta, Deus olha o ofertante(Caim); aparentemente ele estava adorando mas no seu íntimo Deus via a falta de fé, de acordo com Hebreus 11.4”, disse. “A adoração não é um momento e sim um estilo de vida. Consequentemente ela precisa produzir em nós frutos de arrependimento, quebrantamento genuíno. A adoração independe do momento. Devemos adorar a Deus não pelo que Ele faz e sim pelo que É. Tenho consciência de que tudo o que fizer para Ele será apenas um pouco de tudo o que Ele já fez por mim. A adoração, portanto, está intimamente ligada ao reconhecimento do caráter de Deus”, concluiu o pastor Willian Barros.

Quem encerrou a festividade com chave de ouro foi o pastor Bruno Fernandes, da Igreja Assembleia de Deus em Campo Grande. Ele explicou sobre a vida ética e moral de José. “José era um jovem obediente ao seu pai, solícito. Portanto paralelo a isso, vejo a solicitude na obra de Deus como muito importante para adoração. Importante dizer que obra de Deus não se restringe somente a igreja, mas, principalmente, fora dela. Uma segunda característica de igual importância é a honestidade. Nosso relacionamento com Deus necessariamente precisa estar diretamente ligado à verdade, pois ao contrário disso estaremos caminhando em direção a morte e não à luz”, disse ele. “O temor a Deus muitas vezes nos blinda de fazermos certas coisas; a Bíblia diz que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Estando no mundo, só o temor a Deus pode nos ajudar a enfrentar as adversidades e as influências do Egito em nossas vidas”, justificou o pastor Bruno Fernandes.

FOTO: BRENO NATAL E CIBELLI ZARANZA

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