4º Congresso da União feminina da ADZO

abril 22, 2016 0 Comentário »

A 4ª edição do evento coordenado pela pastora Leninha Santos teve como tema “Mulheres de Atitude que Transformam sua Geração”

A Igreja Assembleia de Deus na Zona Oeste (ADZO), presidida pelo pastor Luiz Santos, ficou completamente lotada nos dias 8,9, e 10 de abril, durante o Congresso da União Feminina (UNIF). A 4ª edição do evento coordenado pela pastora Leninha Santos teve como tema “Mulheres de Atitude que Transformam sua Geração”, baseado na vida de Dorcas. A ministração da Palavra de Deus durante a festa ficou à cargo da missionária Camila Barros, da cantora e pregadora Fabiana Anastácio, e da missionária Kátia Souza. “Esse é um congresso de salvação, é um congresso de libertação. O uniforme é igual para todo mundo, porque aqui a estrela que tem que brilhar é Jesus!”, bradou a presidente da UNIF, pastora Leninha Santos.

Na abertura do congresso, enquanto cantavam a música “Gideão e os trezentos”, as irmãs entraram na igreja marchando e carregando tochas de fogo, cântaros e buzinas. Em seguida, o Jogral Exército de Cristo representou mulheres da Bíblia como Joquebede, as filhas de Zelofeade, Abigail, Raabe, Acza e Débora, que foram selecionadas para o pelotão de Cristo. Na encenação, Sara, Tamar, Miriam, Dalila e a mulher de Ló foram dispensadas. A apresentação encerrou com o hino “Os Guerreiros Se Preparam”, arrancando aplausos dos presentes. Antes da ministração da Palavra de Deus, o Grupo Nova Geração, conhecido pelos corinhos de fogo, tocou as músicas “Não sou celebridade”, “Tá tremendo tudo” e “Cada glória que tu dá é um demônio que cai”.

A missionária Camila Barros assumiu a tribuna logo em seguida. Ela ministrou em Jo 20.1-18, que fala sobre a ida de Maria Madalena ao sepulcro depois que Jesus Ressuscitou. “Maria não teve a oportunidade de cuidar do corpo de Jesus como gostaria. Foi José de Arimatéia quem se apossou do corpo para cuidar e sepultar. E quando ela sai de casa, sendo ainda escuro, ela quer saber se tinham cuidado do corpo dele da forma certa. Engraçado que ela sai em direção ao sepulcro para ver o corpo, mas não pensa na forma como iria remover a pedra. Isso é coisa de mulher de atitude, primeiro ela faz o que precisa ser feito, depois vê como resolve o resto. Diante de urgências não dá para esperar o dia clarear. Não espere o dia clarear, não espere as coisas melhorarem para você cumprir o teu chamado. Quando a mulher de atitude resolve fazer, Deus envia anjos para fazer o que ela não consegue fazer!”, bradou.

A missionária Camila também falou sobre a importância da responsabilidade na vida da mulher cristã. “Sepulcro é lugar de dor. Pedro e João entram, veem, creem, mas não ficam. A Bíblia diz que eles voltam para casa. Sabe por que eles voltam? Porque o plano era de Maria, não deles. Deus permite irem embora as pessoas que podiam te ajudar, para você perceber que dá para fazer sozinha. Ela só entrou no túmulo depois que Pedro e João foram embora. Perdoa Pedro e João nessa noite. Só quem tem senso de responsabilidade superior fica. Se você começou o plano, fica! Chega de ministério acabado por conta de imprevistos, termine as coisas que você começa”, completou.

Na pregação, Camila Barros usou o exemplo de Rispa, concubina de Saul. “Maria ficou, triste, mas ficou. Ela ficou chorando, mas ficou. O que levou Maria a ficar foi o peso da gratidão. Naquele momento àquele era só o corpo de um morto, e morto não pode fazer mais nada por ninguém. Esse é o auge da gratidão, fazer alguma coisa que não vai te dar retorno nenhum; fazer por alguém que não tem nada para te oferecer. Isso é dignidade. Ela estava dizendo: ‘Está morto, mas é meu!’. A Bíblia fala sobre uma mulher chamada Rispa. O rei Davi entregou os seus filhos aos gibeonitas para serem enforcados. E depois de mortos, ela teve um comportamento de uma mãe que luta pela dignidade dos seus filhos. Em 2 Sm 21.10 diz que ela usava um lenço para espantar as aves do céu durante o dia , e uma tocha durante a noite para espantar os animais do campo.  Por causa da atitude dela, o rei Davi mandou sepultar os filhos. A dor dita quais são as prioridades. Em tempos de crise, reorganize as prioridades”, aconselhou. “Pedro e João viram pedra removida, lençol, lenço, mas não viram os anjos. Maria vê tudo que eles veem e ainda vê os anjos. O céu só se revela para quem fica. Deus quer te mostrar coisas que os outros não viram”, encerrou a missionária.

No sábado, a cantora e pregadora Fabiana Anastácio conquistou os ouvintes com muito carisma, simpatia e unção de Deus. Já nas primeiras notas da música “Quão grande é o meu Deus”, a glória de Deus invadiu a igreja. Ela também cantou as músicas “A Lógica de Deus”, “A sombra de Pedro” e “Quem me vê cantando” debaixo de muita unção de Deus. Em seguida, ela contou parte do seu testemunho de cura. “Eu sempre quis ser mãe. Sempre planejei isso. Só que o médico falou para mim que eu não podia ter filhos. Certa noite eu me lancei aos pés do Senhor, e ali naquele momento de muita dor, Deus disse para mim que a última palavra era dele, e que eu seria mãe de filhos. Hoje eu estou aqui para te contar que eu sou mãe de três negões lindos. Se Deus falou, Ele vai cumprir!”, garantiu.

Fabiana Anastácio pregou no texto de João 11, do 1 ao 15, que fala sobre a ressureição de Lázaro. “Deus resolveu escolher uma família para fazer um grande milagre. Aquela era uma família íntima de Jesus. Jesus amava aquela família. O que você está passando não é por falta de amor. Ele quer te trazer mais para perto, quer te ensinar coisas novas. Essa dor não é para te matar, é para te trazer experiências inigualáveis. Deus não faz nada sem propósito. Tudo o que acontece na nossa vida tem um propósito. Para alguém carregar um milagre, ele tem que estar disposto a passar por um caminho de dor. E se a dor está grande, é porque o milagre também será grande”, disse.

Fabiana Anastácio trouxe uma revelação diferente sobre o texto da pregação. “Lázaro está piorando e nada de Jesus chegar. A dor de ver uma pessoa morrendo é muito grande, e elas viram Lázaro dar o último suspiro. O silêncio de Deus é marcante, é terrível. Tem hora que o céu parece estar de bronze. Mas quando Deus está em silêncio, não significa que ele está ausente. Deus está dizendo para você nessa noite: ‘Eu estou em silêncio, mas eu estou pertinho, estou trabalhando. Continua crendo e eu continuo trabalhando’. Depois que ele morreu, elas poderiam até pensar que Jesus chegaria a tempo para ressuscitar Lázaro. Mas os dias passaram, Jesus não aparece, e chega a hora de enterrar.  É aí que o último fio de esperança se esvai.  Mas Jesus é especialista em transformar agonia em graça. Depois do enterro elas estão desoladas, então Jesus chega tranquilamente. Ele estava querendo dizer que o tempo não isenta nem anula o milagre. […] Se Jesus pedir uma coisa louca para você como tirar a pedra, obedeça. Se Ele pedir para perdoar de novo, perdoa […] Quando Ele chama Lázaro, os grilhões da morte se soltam. Lázaro veio todo enrolado, mas veio. Recebe enrolado mesmo, desembaraça você! Se pode existir ‘ex-morto’, pode existir ‘ex-qualquer coisa’”, encerrou Fabiana.

                A pregação de encerramento do congresso foi ministrada pela missionária Kátia Souza. Usando muito a Geologia, ela pregou sobre Acza, a filha de Calebe, registrada em Juízes 1.12-15. “No capítulo 14 de Josué, ele dá Hebrom a Calebe em herança. E quando Calebe recebe a herança aos 85 anos, ele diz que ainda sabe guerrear. A promessa de Deus se cumpre na tua vida, mas é você quem tem mandar o gigante sair de lá, é você quem tem que pelejar […] A terra era tão grande que ele conquistou a banda do Norte, mas ainda faltava a banda do Sul inteira. Os anos se passam e ele fica cansado, mas ele não abriu mão do que Deus havia dado a ele. Então o seu sobrinho Otoniel se levanta para conquistar a banda do Sul e vence. Calebe entrega sua filha em casamento a ele os despede para a terra. Só que a profundidade da terra que eles receberam é tanta, que não tem água. Eles receberam um vale seco, um deserto. Quando percebe isso, Acza vai até o pai e pede uma benção. Ela poderia ter pedido para sair daquela terra seca, mas ela tem maturidade espiritual suficiente para entender que se o pai lhe deu um deserto, era porque alguma coisa ela tinha que aprender. Não importa onde você está, o que importa é se a benção de Deus está sobre a sua vida. A região que Acza recebe é infrutífera e seca, mas o nosso Deus é único capaz de fazer jorrar fonte de água no deserto”, garantiu a pregadora.

Se utilizando do processo de chuva na Palestina, a missionária Kátia Souza explica porque os servos de Deus vivem na dependência de Deus. “Na Palestina existem duas fases de chuva. Na primeira fase, a chuva cai em todos os lugares. Mas na segunda fase, as nuvens se movem e vão exatamente para cima das terras secas. Os cientistas estão até hoje tentando entender porque isso acontece. […] A terra, quando está muito seca, ela racha, e é justamente por meio dessas rachaduras que a água penetra e alcança a profundidade. A água que vem de Deus para você, vai buscar a profundidade de Deus para sua vida! […] Os cientistas também não conseguem entender, porque essa terra seca que recebe a visitação dessa água, consegue frutificar em menos tempo, na metade do tempo das terras comuns. Se Deus quiser fazer você acordar amanhã com a vida mudada, ele pode. Porque nós não andamos no tempo do homem, nós andamos no tempo de Deus!, encerrou a missionária. Após a pregação, o grupo Os Medeiros fecharam o congresso com chave de ouro. Mais de 10 pessoas aceitaram ou se reconciliaram com Cristo durante o evento.

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